controle de patches

Como fazer uma gestão de patches eficiente

Veja o que é a gestão de patches e conheça as melhores práticas para aplicar na sua empresa!

Nos últimos anos, vimos grandes ataques cibernéticos serem bem-sucedidos, causando prejuízos na casa dos milhões a empresas e pessoas ao redor do mundo. O que surpreende é que grande parte desses ataques poderia ter sido evitada com uma simples medida: a gestão de patches.

Grande parte das violações de segurança envolvem uma vulnerabilidade de software causada por um patch ausente que o departamento de tecnologia já conhece. Se os departamentos de tecnologia já sabem desses riscos com antecedência, por que essas vulnerabilidades persistem? Em muitos casos, isso acontece porque o processo manual de correção de milhares de estações de trabalho e servidores em seus ambientes é quase impossível.

Gestão de patches: automatizando o controle

A correção de softwares é um dos processos mais básicos e antigos da tecnologia. De tempos em tempos, fornecedores de software liberam novos patches que visam melhorar a usabilidade da aplicação e aumentar a segurança, corrigindo falhas que podem ser exploradas pelos hackers. Superficialmente, essa parece uma atividade simples — basta aplicar a atualização e reiniciar o sistema que tudo estará ok. No entanto, na prática a história é um pouco mais complicada.

Com a evolução da TI e do número de softwares utilizados em uma empresa, fazer a atualização de patches se tornou uma tarefa desafiadora devido ao número de atualizações que deve ser controlada e gerenciada pela equipe. Além disso, por ser uma tarefa tão básica, muitas vezes a atualização de patches é esquecida ou negligenciada.

A gestão de patches resolve esses problemas. Ela envolve a identificação de patches disponíveis e vulnerabilidades conhecidas, revisão de patches para aplicabilidade, criação de estratégias de implantação ou mitigação, execução de implantação e confirmação de patch e, finalmente, restabelecimento de linhas de base.

No entanto, fazer essas tarefas manualmente leva tempo e é desgastante para a equipe — por isso, em geral, as empresas apostam nas práticas de gestão de patches que listaremos a seguir.

Como implementar a gestão de patches na empresa

Apenas instalar novos patches assim que eles se tornam disponíveis para todos os ativos pode ser uma estratégia, no entanto, ela não é muito eficiente, uma vez que o trabalho de sua equipe aumenta muito, monitorando continuamente um número cada vez maior de sistemas, fornecedores, softwares e seus patches. Ao invés disso, uma abordagem mais estratégica deve ser adotada.

A gestão de patches deve ser implementada com um processo organizacional detalhado que seja econômico e com prioridade na segurança. As principais etapas para esse processo incluem:

  1. Desenvolva um inventário atualizado de todos os seus sistemas: seja trimestral ou mensalmente, esta é a única maneira de monitorar verdadeiramente quais ativos existem em seu ecossistema. Por meio do gerenciamento diligente de ativos, você terá uma visão informada dos sistemas operacionais, tipos de versão e endereços IP existentes;
  2. Elabore um plano para padronizar sistemas para o mesmo tipo de versão: embora seja difícil de executar, a padronização do inventário de ativos torna a correção mais rápida e eficiente. Você vai querer padronizar seus ativos para um número gerenciável para que possa acelerar seu processo de remediação conforme novos patches são lançados. Isso ajudará você e as equipes técnicas a economizarem o tempo gasto na correção;
  3. Faça uma lista de todos os controles de segurança que estão em vigor: monitore seus firewalls, antivírus e ferramenta de gerenciamento de vulnerabilidades. Você vai querer saber onde eles estão, o que estão protegendo e quais ativos estão associados a eles;
  4. Compare as vulnerabilidades relatadas com seu inventário: usar sua ferramenta de gerenciamento de patches para avaliar quais vulnerabilidades existem para quais ativos em seu ecossistema irá ajudá-lo a entender seu risco de segurança como uma organização;
  5. Classifique o risco: por meio de ferramentas de gerenciamento de vulnerabilidade, você pode gerenciar facilmente quais ativos considera essenciais para sua organização e, portanto, priorizar o que precisa ser corrigido de acordo;
  6. Aplique os patches: depois de priorizar o que precisa ser corrigido primeiro, comece a aplicar patches para realmente reduzir o risco em seu ambiente. Ferramentas de gerenciamento de patches mais avançadas também oferecem a capacidade de automatizar as partes demoradas do processo de correção;
  7. Acompanhe o seu progresso: reavalie seus ativos para garantir que a correção foi bem-sucedida.

Tomar as medidas necessárias para aprimorar a postura de segurança das empresas é fundamental, e pode ser mais facilmente implementado com soluções adequadas para isto. O software de gestão de patches permite automatizar quase todo este processo, realizando um patching consistente e eficaz de todos os seus sistemas e ativos no momento adequado.

Estamos aqui para ajudar! Para saber mais sobre automação na gestão de patches, entre em contato conosco e converse com um dos nossos consultores!

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